Atualmente, é normal associar o uso da modernidade eletrônicas como forma de ampliar o sistema educacional à incorporação de novas produções tecnológicas, principalmente as mais recentes como televisão, vídeo, informática, telemática, correio eletrônico, videodiscos interativos, hipertextos, multimídia, CD-rom, realidade virtual.
Na verdade, o uso da tecnologia na escola acaba recriando a própria escola. No entanto, a partir da segunda metade do século XX, seu uso passou a ser vinculado como uma visão tecnicista, instrumental, uma vez que equipamentos concebidos para tarefas alheias ao campo educacional migravam para o ambiente escolar com propósitos de uso para substituir tarefas que historicamente cabiam ao professor. Tal visão foi responsável por uma forte rejeição dos docentes ao uso das tecnologias no ambiente escolar.
Numa perspectiva histórica, constata-se que a relação entre a escola e a tecnologia começa com o uso de diferentes artefatos entre eles: lápis, papel, material impresso, rádio, telégrafo, gravador, televisão, vídeo, e mais recentemente as novas tecnologias da informação e da comunicação. O uso desses recursos no âmbito escolar sempre foi condicionado por questões de natureza econômica e política, e, em alguns casos, por questões de cunho ideológico, quando educadores eliminam ou excluem a possibilidade de inclusão dos recursos tecnológicos por preconceito ou discriminação.
Por exemplo, na quimica, mostra-se que não existem regras rígidas neste campo, portanto, a ideia é fornecer algumas orientações operacionais de como preparar e utilizar os recursos mais acessíveis às escolas brasileiras, como é o caso do retroprojetor e da televisão-vídeo (DVD) e mais recentemente, do computador e internet. No caso do retroprojetor1 e vídeo (DVD), por estarem em uso há mais tempo, algumas orientações seguras já podem ser fornecidas. Para os recursos mais novos, há muito ainda o que desenvolver e aprender até que fique mais claro como inseri-los no currículo escolar. Procurar-se-á abordar os recursos tecnológicos tanto do ponto de vista da educação presencial quanto para a educação à distância. É sabido que há uma tendência de a educação a distância ocupar cada vez mais espaço, inclusive numa modalidade que se mescle com a presencial.